AUTOESTIMA E ACEITAÇÃO - UM CAMINHO A SER TRILHADO

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Olha eu bem faceira com meu post depois de quinze, quiiinzZzZe dias sem aparecer aqui!
Há uns dias liberei no canal um vídeo que trato de questões delicadas e que mexe com o mais íntimo de qualquer pessoa: o bullyng da adolescência que pode reverberar traumas monstruosos até a vida adulta e a aceitação de corpo sem muita inspiração no padrão midiático/instagrático/blogueirático
Sempre, desde pequena eu recebi apelidos que deturpavam minha imagem. Era realidade, era sim porque nenhum dos apelidos fugia do que eu aparentemente apresentava de minha imagem para os outro, mas não é assim que deve ser. Apelidos mesmo que fofinhos e sem maldade atingem firmemente o psicológico de pessoas na fase da puberdade, onde o desenvolvimento está em alta e, a grande maioria das coisas que acontecem lá naquela época podem refletir no que a pessoa se tornará anos mais tarde. Apelidos pejorativos caracteriza a pessoa descaracterizando-a, deturpando-a e violentando a imagem da mesma. Em muitas pesquisas realizadas por psicólogos, jovem nenhum gosta de apelido pois se sentem mal/humilhado, afetando diretamente a autoestima. Esse é eventualmente o bullying mais ocorrente e menos referenciado pelos professores/educadores. Isso porque não consideram algo a ser dado importância.
Passei minha adolescência inteira sendo chamada de “olívia palito”, “vara de tirar caju”, “km andando”, “canela de saracura”, entre outros que nem lembro mais.
Graças a Deus sempre tive bom humor e essa era minha ferramenta chave para driblar qualquer tipo de baixa autoestima que ameaçasse me atormentar. Todas minhas amigas tinha desenvolvido o corpo na idade padrão – entre 11 á 13 anos – e eu fui tardia nesse aspecto, como relato no vídeo.
A minha busca por esse "novo" corpo começou no 3º ano do ensino médio, aos 16 anos quando entrei na academia, mal sabia eu que mais tarde isso se tornaria minha obsessão. Principalmente para as meninas, cada corpo é um corpo. Existem inúmeros fatores que te levam a ser assim, mas o caminho para melhorar não precisa ser o mais curto. Sendo longo, porém que te traga bons resultados sem sequelas, este é o que deve ser seguido.
Infelizmente nem todo mundo tem essa cabeça fria em superar tais apelidos que herdaram imageticamente. Hoje eu olho para trás e nem ligo, dou risada na verdade de cada pessoa que um dia já me apelidou disso. Se sou ‘cumpridona’ como diziam, sou sim e gosto bastante! Se tenho as pernas muito grandes e o tronco estreito, amo demais essa característica porque me possibilita dançar feito uma pena e ter porte de bailarina mesmo! Hoje, realmente digo isso hoje – porque há uns meses atrás eu não diria – eu me aceito. Não me importar com o que o povo fala ou já falou a meu respeito estético foi a melhor das escolhas. Claro que não vou jamais deixar de cuidar do meu bem estar físico, entretanto, ser equilibrada sem muitas neuras é o conceito de ordem que pretendo levar.
Um conselho que eu dou pra quem estiver lendo esse texto é que se aceitar é importante principalmente para sua mente. Ser equilibrada no que tange os assuntos de saúde e corpo é de extrema importância. Tudo aquilo que beira a obsessão não faz bem.
E pra você que gosta de dar apelidos aos outros, lembre-se que um dia você vai ter um filho e, ore a Deus para que ele não passe por isso e te traga preocupações. A lei do retorno é sagrada.
Assistam ao vídeo e não deixem de conferir os demais vídeos do canal e, pra fortalecer a amizade se inscreva aqui e fica ligadinho nos próximos!


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